Teachy adianta dados do relatório “IA nas Escolas 2027”, a ser lançado na Bett Brasil em maio; pesquisa acompanhou professores e gestores brasileiros
No Dia da Educação (28/4), um dos debates mais recorrentes no país gira em torno do impacto da Inteligência Artificial em sala de aula. De forma precária e por falta de conhecimento e usabilidade, ainda há o temor da substituição do professor pela tecnologia.
Contudo, os dados reforçam e fortalecem importante presença da IA nas escolas e nas salas de aula. Pela segunda vez consecutiva, dados da Teachy, maior plataforma de inteligência artificial pedagógica do mundo, mostram que o uso de IA nas escolas brasileiras está se traduzindo em resultados concretos de aprendizagem, e os números estão crescendo.
Em levantamento realizado com professores e gestores escolares de todas as regiões do Brasil, a Teachy identificou que a percepção de melhora nas notas dos alunos subiu de 77% para 81% em apenas um ano. O engajamento em sala também avançou: 86% dos professores relatam que seus alunos estão mais participativos quando atividades com IA são incorporadas ao ensino.
“Quando olhamos para os dados de ano a ano, a mensagem é clara: a IA não é mais uma promessa. Ela está funcionando. E os professores são a razão disso”, afirma Pedro Siciliano, CEO da Teachy e especialista em Inteligência Artificial aplicada à educação.
Além do impacto pedagógico, a pesquisa revela uma mudança estrutural no perfil de uso: 63% dos professores já utilizam IA pedagógica há mais de seis meses, e mais da metade a incorporou em pelo menos duas aulas por semana. O uso esporádico cedeu lugar à rotina. E os efeitos aparecem: 91% dos docentes relatam economia de tempo, com quase metade recuperando mais de 15 horas mensais antes destinadas a tarefas operacionais.
Os dados serão apresentados integralmente no relatório “IA nas Escolas 2027: A Nova Era das Superescolas”, que a Teachy lança oficialmente durante a Bett Brasil, em maio, em São Paulo. O estudo é o mais abrangente já produzido pela empresa e combina a pesquisa com professores e gestores brasileiros a casos reais documentados no Brasil e no exterior, além de referências de instituições como Stanford HAI, Harvard e UNESCO.
Tecnologia na redução de desigualdades
O impacto mais expressivo entre estudantes com maior defasagem educacional também aponta para o potencial da tecnologia como ferramenta de redução de desigualdades dentro da escola. Ao permitir que atividades sejam adaptadas rapidamente a diferentes níveis de aprendizagem, a Inteligência Artificial amplia as possibilidades de acompanhamento individual, algo historicamente limitado pelo tempo disponível do professor.
No contexto do Dia da Educação, o avanço dessas ferramentas aponta para uma mudança estrutural na profissão docente e os dados reforçam uma tendência crescente no ensino básico: a Inteligência Artificial não substitui o professor! Na verdade, ela amplia sua atuação como estrategista do processo de aprendizagem, tornando possível oferecer experiências educacionais mais personalizadas, inclusivas e eficientes.
Professor deixa de ser executor e passa a ser estrategista pedagógico
A pesquisa da Teachy mostra que as aplicações mais frequentes de IA entre docentes incluem:
- planejamento estruturado de aulas em menos tempo
- adaptação de conteúdos para diferentes níveis de aprendizagem
- criação automática de listas de exercícios
- correção e geração de feedback pedagógico
- personalização de atividades por turma ou aluno
Esse movimento reposiciona e fortalece o professor, que passa a atuar como gestor do processo de aprendizagem, e não apenas executor de conteúdos curriculares. “A Inteligência Artificial não ensina e não substitui o professor. Ela amplia a capacidade do professor de ensinar melhor”, afirma Siciliano.
Redução da sobrecarga docente já aparece como efeito direto
Outro impacto relevante observado é a diminuição do tempo gasto com tarefas administrativas e repetitivas, historicamente apontadas como uma das principais causas de desgaste profissional na educação básica.
Com apoio da IA, professores passam a concentrar mais energia em:
- adaptação curricular em tempo real
- acompanhamento individual de estudantes
- intervenções pedagógicas mais rápidas
- estratégias de engajamento em sala

Com 44 anos, Rafael Gmeiner é jornalista especialista em Produção de Conteúdo, especializado em Franquias, CEO da Agência VitalCom, do site Mundo das Franquias e do site Educação & Tendências. Atua há mais de 23 anos, com Jornalismo e Comunicação, tendo passagens por jornais impressos, televisão, rádio e sites. Também, é especialista em Assessoria de Imprensa, segmento em que já atua há quase duas décadas. Além disso, é produtor de conteúdo, em especial para o ambiente online, que requer técnicas de SEO, otimização de textos para melhor posicionamento nos buscadores. Há mais de 10 anos é especializado no setor de Franquias, no qual mantém o seu site de notícias. Além disso, é sócio de uma franqueadora. Entre os seus parceiros e clientes atuais estão a reconhecida jornalista Analice Nicolau; Mônica Lobenschuss, especialista em Growth Hacking, Estratégias de Negócios e Mídias digitais; e a rede de franquia Face Doctor. Rafael também já prestou serviços para o governo da Argentina, com ações específicas no Brasil.
